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26 agosto 2014

EUA pode deixar de ser maior mercado de viagens de negócios

Um relatório da Global Business Travel Association (Associação Global das Viagens de Negócios - GBTA) ofereceu uma fotografia sobre a saúde do turismo e viagens de negócios. Os dois maiores atores da atualidade no setor são os Estados Unidos com US$ 262 bilhões em 2012 e a China com US$ 196 bilhões. O Brasil já aparece na lista como o sexto maior mercado de viagens de negócios deixando para trás a França e a Itália. A expectativa do Brasil, segundo a GBTA, é chegar a 2017 com faturamento de US$ 45 bilhões. Informações e tradução de matéria no jornal China Daily USA assinada por Michael Barris (michaelbarris@chinadailyusa.com). 

Os Estados Unidos vão continuar a ser o maior mercado de viagens do mundo até 2016. Daí para frente a  China vai assumir o primeiro lugar. As informações são do jornal China Daily baseado em um relatório encomendado por um grupo de operadores turísticos.A caminha para o domínio global do mercado das viagem", diz o relatório  perspectiva anual da Global Business Travel Association (GBTA) com sede nos EUA segundo dados de 2013.   

A previsão era para ter se concretizado em 2015 mas segundo a GBTA a leve recuperação da economia americana permitiu certa estabilidade no crescimento. A GBTA previu um aumento de 4,2% nos gastos de viagens de negócios dos EUA  chegando a US$ 273.000 milhões o que diminuiria a velocidade dos passos da China empurrando o prazo para 2016.

A China registrou gastos de US$ 196.000 milhões dólares em viagens de negócios no ano passado, um aumento de 13,2% comprado com 2011 e um aumento de cinco vezes comparados com os US$ 32 bilhões de 2000. O mercado americano registrou gastos de  US$ 262 bilhões em 2012, para um aumento de 4,4 por cento. O relatório prevê que "o crescimento meteórico" da China continuará, dobrando para atingir US$ 375 bilhões de dólares em 2017.

O fato da China ultrapassar  os EUA em gastos de viagem de negócios, seria um dos últimos itens que a China já ultrapassou os Estados Unidos como assumir o primeiro lugar  como o maior mercado automotivo do mundo em 2009 e deixar os EUA no segundo lugar como maior mercado de arte do mundo em 2011. Logo depois, a China caiu de volta para o segundo lugar devido à desaceleração  da economia chinesa. Se as coisas continuarem como estão a China substituirá os EUA como maior economia do mundo até o final desta década.

"Com o crescimento dos países quase parado e a expansão econômica próxima ou superior a dois dígitos em muitas economias emergentes, o cenário das viagem de negócios vai mudar significativamente ao longo dos próximos cinco anos", disse o GBTA. "Os mercados de rápido crescimento, como China, Índia e Brasil estão em posição privilegiada para se tornarem grandes players globais em viagens de negócios", afirma.  

Com sede em Alexandria, Virginia, (Já existe a GBTA Brasil) a GBTA tem 5.700 membros que manejam mais de US$ 340 bilhões em viagens globais de negócios. A associação projeta tendências de negócios de viagem para o ano seguinte por meio de análises do volume atualizado de negócios,  gastos, projeções de mudanças de custos e outros fatores em 75 países e 48 indústrias.

O novo relatório prevê que os gastos globais de viagens de negócios este ano vai crescer 5,4% comparado com o ano anterior  para US$ 1.12 trilhões dólares, refletindo o início de um ambiente de gastos mais estáveis após um ano de incerteza econômica e política. Enquanto os gastos de viagem mantêm-se estáveis durante o segundo semestre deste ano, no próximo ano espera-se ver crescimento de 8,2 por cento de crescimento.
O aumento em 2015 será de 7,6%; 7,2% em 2016 e 7,1% em 2017, de acordo com a GBTA.

O relatório também afirmou que "o pior na Europa já passou" e previu que os gastos de viagem de negócios em mercados da Europa Ocidental vai se recuperar nos próximos cinco anos. Em meio a uma recessão que "prejudicou severamente" as viagens de negócios na Europa. Os gastos relacionados viagens de negócios na Europa chegaram a US $ 260 bilhões.

Quanto ao crescimento dos gastos relacionados a viagens de negócios as perspectivas de crescimento são 15% este ano, 16,8% por cento em 2014, 13,6% em 2015; 12,3% em 2016 e 11,5% em 2017.  Em comparação, previsão de  crescimento dos gastos do setor nos Estados Unidos é de 4,5%este ano; 5,9% em 2014; 4,2% 2015; 3,2% em 2016 e 3,3% em 2017. Para o Reino Unido espera-se aumento 3,7% em 2014, de 8,1% em 2015; 7,5% em 2016 e 7,9% em 2017.

Os gastos de viagem de negócios na região Ásia-Pacífico cresce 8% cada ano desde 2000 chegando a US$ 393 bilhões no ano passado. A Índia se tornou o 10º maior mercado de viagens de negócios do mundo, ganhando do Canadá com US$ 22.1 bilhões dólares em gastos de viagem de negócios. Índia deve se tornar um dos mercados de  crescimento mais rápido no mundo em gastos de viagens de negócios. O crescimento tem sido de 13% aumenta ao longo dos próximos cinco anos a uma taxa composta de 13,5% para os próximos cinco anos, segundo o relatório GBTA. 

O Brasil, maior mercado de viagem de negócios da América Latina, está a caminho de se tornar o sexto maior mercado de viagem de negócios em 2014 deixando pata trás a Itália e a França. A expectativa é chegar 2017 com gastos de viagens na casa dos US $ 45 bilhões em 2017.




23 fevereiro 2012

Nasce Monopólio de Ecoturismo em Parques Nacionais do Brasil

Monopólio? de Ecoturismo? Pode? Eu deveria estar muito orgulhoso. A empresa paranaense que administra a área de visitação do Parque Nacional do Iguaçu, desde 1999, não para de vencer concessões. Depois de Foz do Iguaçu onde a empresa venceu a licitação que lançou o "modelo" para o Brasil, a Cataratas S.A. já levou o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha e esta semana foi vencedora em consórcio da licitação do complexo da Tijuca. Não estranharia que na lista dos próximos parques a entrarem para o monopólio sejam o PN Marinho de Abrolhos (BA), PN da Restinga de Jurubatiba (RJ), PN do Caparaó (ES), PN da Serra dos Órgãos (RJ), PN de Ubajara (CE), Sete PN Cidades (PI), PN Itatiaia (RJ) e o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães (MT) onde já existe um movimento. As duas imagens no texto mostram trechos do edital de licitação que, de antemão, me faz crer que a empresa levará todos os parques. Trata-se da exigência da empresa concorrente provar que tem experiência comprovada de administração de parques nacionais, cobrança de ingresso e transporte. O problema ao meu ver é que esta concentração não é muito sadia - estamos exportando problemas da experiência viciada de Foz do Iguaçu contra a qual protesto há tanto tempo. E tudo isso levando o nome de ecoturismo. Enquanto isso em Foz do Iguaçu já começam a surgir vozes que perguntam quanto a cidade realmente leva desse turismo? Clique na imagem para conhecer o trecho do edital mencionado acima.

10 outubro 2010

Três Fronteiras têm Miss Turismo

Sobre o lema “Beleza é um Patrimônio”, as Três Fronteiras elegeram no último 25 de setembro a Miss Turismo Três Fronteiras. O evento foi parte da celebração trilocal (quer dizer local da região trinacional) do Dia Mundial do Turismo. O local da cerimônia foi o Teatro do Iguazú Grand Resort, Spa & Casino em Puerto Iguazú. A Miss Turismo Três Fronteiras é a paraguaia de origem alemã Vanesa Lauteschlager. A segunda princesa é a argentina Leila Riger e a primeira princesa é a iguaçuense Lana Turcatto, que além de fazer parte da trindade da beleza da Tri-Fronteira representa, para todos os efeitos o Brasil.

Aproveitando o novo momento que o turismo da região vive, me permito lembrar se não estaria em boa hora que o turismo local estudasse exemplos de Misses do Turismo espalhados pelo mundo afora. Santa Catarina é um ótimo exemplo de como destinos vêem nas representantes da beleza de suas localidades uma maneira de divulgar cidades, produtos turísticos, regiões e eventos. Em todas as feiras em que Santa Catarina participe oficialmente com estandes, não faltarão as representantes da beleza: Miss Oktoberfest, Miss Blumenau, Miss ou Rainha Festa da Marejada e devidamente acompanhadas por suas princesas. Nas feiras elas distribuem material para os visitantes, participam em eventos oficiais, visitam outros estandes e marcam a presença.

Boa oportunidade para que as Três Fronteiras – enviem, devidamente remuneradas, suas rainhas e princesas para eventos, congressos e feiras no Brasil e onde seja possível. Ser rainha, primeira ou segunda princesa das Três Fronteiras é algo que dará o que falar. Tanto porque esta é a Tri-Fronteira ou Trijunção Fronteiriça mais populosa da América do Sul, por ser rara no mundo e por representar a vivência transfronteiriça.

Fotos:
Primira central - as três representantes da fronteira: Brasil, Argentina, Paraguai - ordem da foto. Foto 2: Lana Turcatto de Foz do Iguaçu, CDI Models, Foz do Iguaçu

24 dezembro 2008

Não acredite em mentira em 2009


Feliz Natal a todos. Próspero 2009! Meu desejo é, que acima de tudo, em 2009 nós sejamos mais nós mesmos. Que sejamos livres. Desejo que você seja uma mistura perfeita de "Zorba, o Grego" com "Gautama o Buda". E assim que você possa ser "Zorba o Buda" - o homem-mulher ideal, segndo Osho. Zorba bebe, dança, come, vive a vida e Buda tem o equilíbrio e a visão. Junte os dois. Em 2008 descobrimos que os governos não sabem para onde vamos. Não há projeto. E em todas as áreas o que acontece é que somos enganados. O Brasil por exemplo está dizendo que nós passamos de "devedores" para "credores" mundiais. E se não for verdade! No turismo, a mesma coisa.

O Brasil é apresentado como um caso de sucesso no turismo. É mesmo? Em 2009, desejo que você não se engane. Há muito que melhorar no turismo, no atendimento, no servir, nas relações entre turismo e comunidade, entre grandes e pequenos, pequenos agentes e operadoras, pequenos, hotéis, grandes cadeias, parques nacionais assaltados e dados em bandeja para grupos via "concessão". Nisso, o Parque Nacional do Iguaçu, cuja sede é aqui na minha cidade é um bom triste exemplo. E as coisas não andam bem por lá não. E se esse não for o caminho? Quem pagará o pato?

Saiu na imprensa que a National Geographic colocou o Brasil no topo como o melhor destino de aventura no mundo. Foi boa a matéria porque eu ri. Como? O mesmo Brasil do pré-sal agora é também a melhor aventura do mundo? Como? - repito! Daí uma pesquisa revelou, bem rápido que não foi a National Geographic - essa é uma revista muita séria. Foi a revista Adventure National Geographic. A revista National Geographic, que celebra este ano 120 anos de "vida", não iria fazer uma besteira dessas. Não estou dizendo que a outra revista seja "besta", estou dizendo que é uma revista dirigida às viagens e turismo e "revista de turismo" é revista de turismo. Você já viu alguma discussão sobre direitos humanos em revista de turismo? É contra esses abusos que eu gostaria que 2009 vacinasse você!

Dito o que tinha a dizer o que aconteceu foi o seguinte: a edição dezembro da revista Adventure da National Geographic listou os 10 mais (top, melhores) destinos verdes do mundo. O Brasil aparece na lista. Mas é o Brasil? Não é o Pantanal. Mas é o Pantanal? Não! É o Refúgio Ecológico Caiman, Fazenda Caiman ou Pousada Caiman para quem é pantaneiro. Assim, a honra e a glória deve ir para o Refúgio Ecológico Caiman, que em 21 anos tem feito seu dever de casa. Conto-lhe brevemente a história: Parte da antiga e gigantesca Estancia Miranda, da família Klabin, em Miranda (MS,) depois de desmembramentos, tournou-se o Refúgio Ecológio, na Estância Caiman,onde historicamente e pela primeira vez no Pantanal, um fazendeiro enxergou nas terra mais do que sua capacidade de receber pastagem e apostou no turismo e etc. É só para pôr os pingos no i's. É completamente ecológica? Como eu vou saber? Mas, vamos aplaudir a quem merece!

Adenda: se você quiser entender como as coisas se torcem veja neste link como tudo começou. O link o levará ao site da Abeta - Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo Aventura. Aí começou a lenda do Brasil Melhor Destino de Aventura; interessante é que a Pousada Caiman atual Refúgio Caiman é membro da Abeta.

18 julho 2008

Relatório Brasil, Destinos Indutores

O que me deu essa repentina recaída de "reblogar" sobre o turismo, apesar de eu ter jurado que iria abandonar essa área ingrata da vida humana, foi o convite que recebi para ir a um evento que ainda está acontecendo hoje no SESC-Foz do Iguaçu. É um Seminário sobre Competitividade nos Destinos Indutores". Estavam presentes a Coordenadora Nacional do Programa de Regionalização do Turismo, Ana Clévia Guerreiro de Lima, Deise Bezerra, da Secretaria de Estado do Turismo do Paraná, Felipe Gonzales - secretário de turismo de Foz do Iguaçu, presidente do COMTUR de Foz do Iguaçu, Paulo Angeli, Fernando Martin do Sindetur - Foz do Iguaçu, Karina Benedetti do Sebrae, e as apresentadoras do trabalho Laura Monteiro e Cristiane Rezende da FGV.


A parte do evento que assisti foi a apresentação dos Resultados da relativos a Foz do Iguaçu do "Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional" ou simplesmente "Relatório Brasil". Devo dizer que no encontro Foz do Iguaçu só soube o resultado de Foz do Iguaçu. Bonito (MS) saberá o dele, Fortaleza o dela. Não há como "xeretar".

A pesquisa analizou 13 áreas, ou 13 dimensões. As dimensões foram: infra-estrutura geral, acesso, serviços e equipamentos turísticos, marketing, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, capácidade empresarial, aspectos soaiais, aspectos ambientais e aspectos culturais.

Foz do Iguaçu teve resultados interessantes e na maioria dos casos superiores à média nacional, à média das capitais e à média dos destinos não-capitais.

Exemplos:

Em infra-estrutura Foz do recebeu 70,6 na avaliação. A média nacional foi 63,6, e a média dos destinos não-capitais foi de 58,1. Na dimensão acesso, Foz ficou com 74,4, as capitais ficaram com 69,0, as não-capitais ficaram com 50 e média nacional foi de 58,7. Na área de atrativos, Foz ficou com 71,5, as capitais ficaram com 55,8, a média nacional 57,6. Em marketing, Foz ficou com 67,5 enquanto a média nacional é de 37,7. Em política pública Foz ficou com 58,0 e as capitais ficaram com 46,9. Até em cooperação regional que a região reclama muito Foz saiu bem com 75,7 comparado com a média nacional que é de 48,9. Na dimensão monitoramento, que é o acompnahamento das ações, outro ponto crítico, Foz ganhou 72,5 quando a média nacional é 34,8 e para os destinos não-capitais é 30,0. Em economia local Foz recebeu 63,5, as capitais ficaram com 64,7 e a nota nacional é 56,7. Foz andou razoavelmente em capacidade empresarial com 67,0 comparado com 35,9 dos destinos não capitais, mas perde para as capitais que é de 72,1. Nos aspectos sociais, Foz andou ficou com 55,3, perdendo para a média nacional que é de 57,2 e para as capitais que têm média 62,5. Na dimensão aspectos ambientais Foz recebeu 74,9,enquanto no Brasil a nota foi de 58,2. Por fim, na área dos aspectos culturais, Foz do Iguaçu recebeu 49,6. um pouqinho acima da média nacional e abaixo da nota para as capitais que é de 56,0.

Confesso aqui que minha nota não faz a justiça à magnitude do trabalho e confesso não ter capacidade de colocar no papel tudo o que está envolvido. Só posso sugerir que quem poder procure ver o material original para comparar e entender o que realmente está envolvido nas diversas dimensões do trabalho.

Destinos Turísticos do Brasil, um Estudo

Com esta nota, quebro a abstinência de alguns meses aqui nas Notas do Turismo. O que me motiva a romber a ausência foi o convite que recebi de participar no Seminário oficial que incluiria a divulgação dos resultados de um estudo especificamente no que se refere a Foz do Iguaçu, como um "Destino Indutor". Destino o quê? Calma!

Lá vai I
Brasil Destinos

Dos 5.561 municípios do Brasil, mais de 3 mil são consideradois turísticos. Desses mais de 3 mil municípios turísticos, segundo classificação anterior a 2003, 1.207 participaram no Salão do Turismo - Roteiros do Brasil em 2006 e apresentaram 393 Roteiros Turísticos. Esses 393 roteiros se localizavam em 149 regiões turísticas do Brasil.

Funilando a coisa mais um pouco, descobrimos que esses 393 roteiros foram reduzidos ainda mais. No final, se escolheu 87 roteiros para receberem uma "priorização". Priorização para quê? Para receberem o que se chama de "padrão de qualidade internacional".

Bem, do jeito que está, esses 87 roteiros priorizados incluem ou estão ligados a 474 municípios da República Federativa do Brasil. Apurando ainda mais a lista, os técnicos do Ministério do Turismo, Embratur, Secretarias de Estado de Turismo, SEBRAE e a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAPE) da Fundação Getulio Vargas (FGV), decidiram concentrar os esforços em 65 municípios daqueles 474 acima.

Tudo questão de método. Até 2010, fim do Plano Nacional de Turismo 2007-2010, o Brasil quer estruturar 65 destinos turisticos com o famoso "Padrão de qualidade internacional". Como se chegou a esse número? Da seguinte maneira: o Brasil tem 27 estados e cada estado tem uma capital. Então aqui já temos 27 municípios indutores. Cada estado poderia ter no máximo cinco destinos indutores. Se cada estado tivesse apresentado cinco destinos teráimos aí 135 destinos e a meta seria furada.

Graças a Deus, uhm?, só o Rio de Janeiro e a Bahia apresentaram cinco destinos indutores e mais as capitais. A maioria ficou com dois e três inclusive São Paulo. Assim, o número ficou em 65. E cada um desses municípios-destinos passa a ser chamadao de "Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico regional". O Paraná - estado que tem 399 municípios, ficou com três municípios indutores incluindo a capital: Paranaguá, Curitiba e Foz do Iguaçu.
Censo de Observadores de Aves

Hora Mundial