08 setembro 2006

Andando e descobrindo

GastroFoz

Umas das grandes possibilidades de Foz do Iguaçu é a gastronomia. Eu esperaria que houvesse mais restaurantes árabes, por exemplo. Há um que ainda não visitei na Avenida Jorge Schimmelpfeng. Devo visitá-lo quando estiver na cidade. É um restaurante com show. É que não havia na cidade até pouco tempo. Na Avenida JK há duas casas com o mesmo nome. Uma é Casa da Esfiha e a outra Casa da Sfiha. Foi lá que aprendi umas coisas. Me mandaram comprar Homus de grão-de-bico e Homus de Berinjela. A moça que atendeu me disse que todo homus é de gão-de-bico. O de berinjela se chama “babaganoch”. No cardápio há uma coisa chamada de “foul” que é feijão de fava.
Agência interessante

Descobri sem querer uma agência de turismo chamada RD Falls que opera Foz do Iguaçu e Prudentópolis. A proposta é boa e promete preços especiais para backpackers (mochileiros) e estudantes. Segundo o material que coletei, a RD Falls é recomendada pelos guias “footprint” e “Le Guide du Routard”.


Turismo e artesanato

É cada vez maior a presença de produtores rurais e artesões em eventos de turismo. Tiro o chapéu aqui para a: Associação Tibagiana de Artesanato (Tibagi), a Vinícola Bertolette que recebe visitantes, vende vinhos e mudas de parreira em Bituruna (PR), a artista plástica Marinês Clivati de Palmas e Sabores do Sítio de Pato Branco. Acrescento ainda três associações de apicultores: a APA de Porto Rico; a Aapiodinor de Diamante do Norte e a APIMAR de Marilena – as três no Noroeste do Paraná. Projetos apoiados pelo Sebrae. Entendeu? Economia solidária, economia alternativa, arranjos locais. Tem tudo isso rolando por aí.

No ovo
Está saindo a qualquer momento o bloguesso (blog impresso) Notas do Turismo.

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