18 julho 2008

Relatório Brasil, Destinos Indutores

O que me deu essa repentina recaída de "reblogar" sobre o turismo, apesar de eu ter jurado que iria abandonar essa área ingrata da vida humana, foi o convite que recebi para ir a um evento que ainda está acontecendo hoje no SESC-Foz do Iguaçu. É um Seminário sobre Competitividade nos Destinos Indutores". Estavam presentes a Coordenadora Nacional do Programa de Regionalização do Turismo, Ana Clévia Guerreiro de Lima, Deise Bezerra, da Secretaria de Estado do Turismo do Paraná, Felipe Gonzales - secretário de turismo de Foz do Iguaçu, presidente do COMTUR de Foz do Iguaçu, Paulo Angeli, Fernando Martin do Sindetur - Foz do Iguaçu, Karina Benedetti do Sebrae, e as apresentadoras do trabalho Laura Monteiro e Cristiane Rezende da FGV.


A parte do evento que assisti foi a apresentação dos Resultados da relativos a Foz do Iguaçu do "Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional" ou simplesmente "Relatório Brasil". Devo dizer que no encontro Foz do Iguaçu só soube o resultado de Foz do Iguaçu. Bonito (MS) saberá o dele, Fortaleza o dela. Não há como "xeretar".

A pesquisa analizou 13 áreas, ou 13 dimensões. As dimensões foram: infra-estrutura geral, acesso, serviços e equipamentos turísticos, marketing, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, capácidade empresarial, aspectos soaiais, aspectos ambientais e aspectos culturais.

Foz do Iguaçu teve resultados interessantes e na maioria dos casos superiores à média nacional, à média das capitais e à média dos destinos não-capitais.

Exemplos:

Em infra-estrutura Foz do recebeu 70,6 na avaliação. A média nacional foi 63,6, e a média dos destinos não-capitais foi de 58,1. Na dimensão acesso, Foz ficou com 74,4, as capitais ficaram com 69,0, as não-capitais ficaram com 50 e média nacional foi de 58,7. Na área de atrativos, Foz ficou com 71,5, as capitais ficaram com 55,8, a média nacional 57,6. Em marketing, Foz ficou com 67,5 enquanto a média nacional é de 37,7. Em política pública Foz ficou com 58,0 e as capitais ficaram com 46,9. Até em cooperação regional que a região reclama muito Foz saiu bem com 75,7 comparado com a média nacional que é de 48,9. Na dimensão monitoramento, que é o acompnahamento das ações, outro ponto crítico, Foz ganhou 72,5 quando a média nacional é 34,8 e para os destinos não-capitais é 30,0. Em economia local Foz recebeu 63,5, as capitais ficaram com 64,7 e a nota nacional é 56,7. Foz andou razoavelmente em capacidade empresarial com 67,0 comparado com 35,9 dos destinos não capitais, mas perde para as capitais que é de 72,1. Nos aspectos sociais, Foz andou ficou com 55,3, perdendo para a média nacional que é de 57,2 e para as capitais que têm média 62,5. Na dimensão aspectos ambientais Foz recebeu 74,9,enquanto no Brasil a nota foi de 58,2. Por fim, na área dos aspectos culturais, Foz do Iguaçu recebeu 49,6. um pouqinho acima da média nacional e abaixo da nota para as capitais que é de 56,0.

Confesso aqui que minha nota não faz a justiça à magnitude do trabalho e confesso não ter capacidade de colocar no papel tudo o que está envolvido. Só posso sugerir que quem poder procure ver o material original para comparar e entender o que realmente está envolvido nas diversas dimensões do trabalho.

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