27 março 2007

Nenhum homem é uma ilha

Na nota-protesto sobre os assassinatos, publicada ontem, citei ligeiramente um poeta que disse que cada morte me diminui. O nome dele é John Donne. Transcrevo abaixo o poema. E aqui deixo um link para as pessoas cultas. É um texto chamado Um a Menos. É esta frase que escuto sempre. Hoje ouvi um homem dizer que tudo é culpa dos Direitos Humanos. Leia texto. Como disse é um texto longo, òtimo para artistas, intelectuais e pessoas que gostam de ler. Vamos lá...


O Poema

Toda a humanidade é de um único autor, e é um único volume; quando um homem morre, um capítulo não é arrancado do livro, mas traduzido para uma linguagem superior. Cada capítulo deve necessariamente ser traduzido dessa forma. Como portanto o sino que anuncia o sermão convoca não apenas o pregador, mas a congregação a comparecer, da mesma forma esse sino nos chama a todos – mas muito mais a mim, trazido para tão perto das suas portas por essa enfermidade.


Nenhum homem é uma ilha, suficiente em si mesmo; a morte de cada homem me diminui, porque estou envolvido na humanidade. Portanto nunca mande alguém ver por quem o sino [fúnebre] está tocando: ele está tocando por você.



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